ADJ Comunicação

Jornalismo e opinião: todo mundo vê!

Archive for 5 de julho de 2009

Amigos passam sufoco em Curitiba na madrugada fria

Posted by Armando em 05/07/2009

Certa noite, em mais uma viagem a trabalho a Curitiba, Joaquim saiu tarde da atividade sindical e foi com os amigos a um bar para tomar cerveja. A uma determinada hora os companheiros Josué dos Santos (Totô), Aelton Alves Pereira e Irineu Barrinuevo (o Velho) decidiram ir para o hotel, mas Joaquim resolveu ficar para tomar a saideira.

Cansados, os dois se deitaram cedo e logo pegaram no sono. Lá pelas duas horas da madrugada alguém bateu na porta. Aelton, Josué e Irineu, assustados e bêbados de sono, acordaram e perguntaram quem era. Não conseguindo identificar a voz do outro lado da porta do quarto do hotel, todos ficaram atônitos e se perguntaram: “será que é algum bandido??? Será o Vampiro de Curitiba… Quem estaria do lado de fora batendo na porta a essa hora da madrugada“, indagaram os bravos sindicalistas londrinenses, descartando a ideia de ligar para a portaria.

Diante da insistência do visitante em bater à porta, Aelton e Irineu definiram uma estratégia para abrir a porta e desvendar o mistério: “você pega um cobertor e fica em cima da cama. Quando eu abrir a porta cê pula em cima dele“, combinaram os dois. E lá foram colocar em prática a estratégia. Josué permaneceu deitado e Aelton, ainda preocupado com a situação, abriu a porta de forma rápida para pegar o visitante noturno de surpresa, quando então surgiu à sua frente o Joaquim, com uma pizza na mão.

Aos poucos o medo de ambos foi-se embora e vieram as gargalhadas. Joaquim, que não entendeu direito a atitude dos companheiros, agiu como se nada demais tivesse acontecido, não se dando conta do medo que abalou os nervos de aelton, Josué e Irineu naquela madrugada.

Posted in TRIBUTO A JOAQUIM | Leave a Comment »

Meu Deus, não pare o trem!

Posted by Armando em 05/07/2009

Esta semana recebi por e-mail uma apresentação muito linda, que compara uma viagem de trem à vida de todos nós. Li atentamente a mensagem e enviei a amigos, primos, primas e colegas, pois senti muito profundas as palavras ali contidas.

Ontem (3/07/09), ao passar pelo supermercado (Antigo Fatão), encontrei o Waldemar, ex-colega de trabalho na Folha de Londrina no início da década de 80. Falei oi para ele e fui para as compras. O Waldemar trabalha naquela região de Londrina e sempre está por lá, esperando passar o horário de almoço.

Quando voltei das compras ele me parou e perguntou se eu sabia que o Orlandão, que trabalhou muitos anos na Fotomecânica da Folha, havia falecido no dia anterior. Perplexo, disse que não. Então falei ao Waldemar que já tinha conhecimento do problema de saúde de nosso ex-colega de trabalho, mas não de sua dimensão.

Há cerca de dois meses não via mais o Orlandão na Folha, onde de vez em quando passo para resolver problemas dos jornais que entrego para imprimir lá. Depois de algum tempo sem vê-lo, indaguei ao Brown, chefe do Orlandão, sobre sua ausência e ele me disse que estava em tratamento de saúde e que era algo grave. Como relatei antes, não sabia que era tão grave assim.

Pois, é. O Orlandão, com 15 anos de praia, na época em que trabalhávamos juntos, há uns 27 anos, se foi. Deixou em mim uma profunda saudade e tristeza por ter perdido um grande amigo, com o qual não tinha mais tanto o que conversar em função da correria do dia-a-dia e da separação que o mercado de trabalho nos causou, mas sempre sobrava um tempinho para falar de futebol, entre as proezas e fracassos do Santos e do Palmeiras, nossos times de coração.

Eis que hoje abro minha página de e-mail e recebo a triste notícia do falecimento, no último dia 27 de junho, de meu ex-professor de Web Design. Seu primo, Carlos, me informou que o Cláudio Humberto morreu depois de passar por alguns problemas de saúde. Fiz o curso do Senac com ele entre março e abril deste ano e foi tão rápido como sua passagem por minha vida. Embora não tenha tido com ele o mesmo tempo de convívio que tive com o Orlandão, da Folha, reconheço que também senti tristeza e saudade por sua ida.

Esse mesmo sentimento compartilho com outras duas pessoas que nos deixaram nos últimos dias: o Joaquim Borges Pinto, líder do Sindicato dos Bancários de Londrina, e com a Verinha, também ex-funcionária da Folha de Londrina, que faleceu há pouco tempo em função de complicações de uma cirurgia para reduão de estômago.

Acho que depois dessas quatro paradas não aguento mais ver esse trem parando. Como bem retratou a apresentação enviada por minha prima, a cada estação desce alguém que foi muito importante em nossas vidas. Nos últimos 30 dias já desceram quatro e daí eu pergunto: seo maquinista, ainda tem mais alguma parada pela frente…

Posted in OPINIÃO | 1 Comment »

 
%d blogueiros gostam disto: