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Meu Deus, não pare o trem!

Posted by Armando em 05/07/2009

Esta semana recebi por e-mail uma apresentação muito linda, que compara uma viagem de trem à vida de todos nós. Li atentamente a mensagem e enviei a amigos, primos, primas e colegas, pois senti muito profundas as palavras ali contidas.

Ontem (3/07/09), ao passar pelo supermercado (Antigo Fatão), encontrei o Waldemar, ex-colega de trabalho na Folha de Londrina no início da década de 80. Falei oi para ele e fui para as compras. O Waldemar trabalha naquela região de Londrina e sempre está por lá, esperando passar o horário de almoço.

Quando voltei das compras ele me parou e perguntou se eu sabia que o Orlandão, que trabalhou muitos anos na Fotomecânica da Folha, havia falecido no dia anterior. Perplexo, disse que não. Então falei ao Waldemar que já tinha conhecimento do problema de saúde de nosso ex-colega de trabalho, mas não de sua dimensão.

Há cerca de dois meses não via mais o Orlandão na Folha, onde de vez em quando passo para resolver problemas dos jornais que entrego para imprimir lá. Depois de algum tempo sem vê-lo, indaguei ao Brown, chefe do Orlandão, sobre sua ausência e ele me disse que estava em tratamento de saúde e que era algo grave. Como relatei antes, não sabia que era tão grave assim.

Pois, é. O Orlandão, com 15 anos de praia, na época em que trabalhávamos juntos, há uns 27 anos, se foi. Deixou em mim uma profunda saudade e tristeza por ter perdido um grande amigo, com o qual não tinha mais tanto o que conversar em função da correria do dia-a-dia e da separação que o mercado de trabalho nos causou, mas sempre sobrava um tempinho para falar de futebol, entre as proezas e fracassos do Santos e do Palmeiras, nossos times de coração.

Eis que hoje abro minha página de e-mail e recebo a triste notícia do falecimento, no último dia 27 de junho, de meu ex-professor de Web Design. Seu primo, Carlos, me informou que o Cláudio Humberto morreu depois de passar por alguns problemas de saúde. Fiz o curso do Senac com ele entre março e abril deste ano e foi tão rápido como sua passagem por minha vida. Embora não tenha tido com ele o mesmo tempo de convívio que tive com o Orlandão, da Folha, reconheço que também senti tristeza e saudade por sua ida.

Esse mesmo sentimento compartilho com outras duas pessoas que nos deixaram nos últimos dias: o Joaquim Borges Pinto, líder do Sindicato dos Bancários de Londrina, e com a Verinha, também ex-funcionária da Folha de Londrina, que faleceu há pouco tempo em função de complicações de uma cirurgia para reduão de estômago.

Acho que depois dessas quatro paradas não aguento mais ver esse trem parando. Como bem retratou a apresentação enviada por minha prima, a cada estação desce alguém que foi muito importante em nossas vidas. Nos últimos 30 dias já desceram quatro e daí eu pergunto: seo maquinista, ainda tem mais alguma parada pela frente…

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Uma resposta to “Meu Deus, não pare o trem!”

  1. Fausto said

    Amigo, o professor Cláudio morreu? Você sabe do que? Nossa, encontrei por acaso, por favor me envie um e-mail obrigado galraospam@gmail.com.
    ADJ: caro Fausto, fui avisado sobre o falecimento do Cláudio pelo primo dele, o Carlos. Você pode receber mais informações através dos seguintes endereços: e-mail: gnlink@gnlink.com.br – msn: gnlink@hotmail.com ou Skype: gnlinkinformatica.

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