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Archive for 28 de setembro de 2009

Mídia e Educação serão debatidos dia 30 no CAIC da Zona Sul, em Londrina

Posted by Armando em 28/09/2009

O Comitê Pró-conferência Municipal de Comunicação promoverá no dia 30 de setembro, às 19h00 no CAIC (Centro de Atenção Integrado à Criança e ao Adolescente), da Zona Sul, de Londrina, o debate: “Mídia e Educação”. O evento vai abordar o papel dos educadores diante da influência da mídia na educação de crianças e adolescentes e discutir como usar este meio em sala de aula no processo educacional.

O debate é aberto a professores das redes pública e particular e terá na mesa a professora doutora em Comunicação Social, Luzia Yamashita Deliberador, do Centro de Ensino Superior do Paraná e professora adjunta da UEL (Universidade Estadual de Londrina) e as jornalistas Nayara Carvalho Coutinho e Mariana Ferreira Lopes, especialistas em Comunicação Comunitária. Ambas desenvolveram uma Oficina de Educomunicação para crianças da rede municipal de ensino de Cambé.

O Comitê Pró-conferência Municipal de Comunicação, de Londrina, é formado por representantes de várias entidades da sociedade civil, do movimento sindical e popular. Mais informações podem ser obtidas com a jornalista e integrante da Comissão de Ética do Sindicato dos Jornalistas de Londrina, Carina Paccola, pelos seguintes telefones: 43) 3373-4358 – 9989-7289.

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Professores aprovam a unificação da ADUEL e Sindiprol

Posted by Armando em 28/09/2009

Sinival Pitaguari permanecerá na Presidência do SINDIPROL/ADUEL até 2011

Sinival Pitaguari permanecerá na Presidência do SINDIPROL/ADUEL até o final da atual gestão, em 2011

Docentes do Ensino Superior de Londrina e do Norte do Paraná aprovaram, durante Congresso realizado nos dias 25 e 26 de setembro, no Hotel Sumatra, a unificação da ADUEL (Associação dos Docentes da Universidade Estadual de Londrina) e Sindiprol (Sindicato dos Professores de Londrina). O evento teve a participação de cerca de 60 delegados, que também deliberaram favoravelmente à proposta de Estatuto da nova entidade, a ser denominada “SINDIPROL/ADUEL” (Sindicato dos Professores do Ensino Superior Público Estadual de Londrina e Região), e o Regimento Eleitoral.

De acordo com Sinival Osorio Pitaguari, presidente do Sindiprol e docente do Departamento de Economia da UEL, o próximo passo para consolidar a unificação vai ser o referendo da decisão do Congresso pelos professores associados às duas entidades. “Nos próximos dias vamos recolher os votos dos professores, seguindo o que estabelecem os Estatutos da ADUEL e do Sindiprol, nos quais é exigido um quorum de 2/3 dos associados para mudanças dessa tipo”, explica. Depois disso, caso seja atingido o quorum, o novo Sindicato será registrado em cartório e a documentação será encaminhada para o Ministério do Trabalho para obtenção do registro sindical.

Sinival disse que, na prática, a unificação já existe e ocorreu na eleição para composição da diretoria do Sindiprol, realizada em novembro do ano passado. “Hoje temos no Sindicato todos os diretores da ADUEL e juntos encaminhamos este processo, que demandará aproximadamente seis meses para ser concluído”, acrescenta o sindicalista. Desta forma, a atual diretoria permanecerá à frente da entidade até o término de seu mandato, em dezembro de 2011.

Os delegados presentes ao Congresso de Unificação também definiram os valores das mensalidades que serão pagas pelos professores filiados. Professores efetivos pagarão 0,5% da remuneração que serve de base para cálculo da contribuição previdenciária. Já os professores aposentados e os temporários contribuirão com 0,25% da remuneração para a entidade representativa da categoria.

O Sindicato dos Professores do Ensino Superior Público Estadual de Londrina e Região vai representar cerca 2.500 docentes, englobando a UEL, FECEA (Faculdade Estadual de Ciências Econômicas de Apucarana) e da UENP (Universidade Estadual do Norte Pioneiro), que abrange as Faculdades de Cornélio Procópio, Bandeirantes e Jacarezinho.

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Greve dos bancários prossegue. Comando solicita à Fenaban a retomada das negociações

Posted by Armando em 28/09/2009

O Jornal Tribuna do Norte divulgou o conflito provocado pelo Bradesco

O Jornal Tribuna do Norte divulgou o conflito provocado pelo Bradesco

A greve nacional dos bancários prossegue nesta segunda-feira (28/09) em todos os 27 Estados do Brasil e no Distrito Federal. Na última sexta-feira, conforme informou a Contraf-CUT (Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Financeiro),  4.791 agências bancárias ficaram com as portas fechadas, além de departamentos e centros administrativos de todos os bancos, públicos e privados. Este número representou um crescimento de 65,9 % do movimento em relação ao dia 24 de setembro, quando a Greve foi deflagrada.

Reunido no sábado (26/09), em São Paulo, o Comando Nacional dos Bancários dediciu encaminhar ofício à Fenaban (Federação Nacional dos Bancos), solicitando a retomada das negociações em torno das reivindicações da categoria, que tem data-base em 1º de setembro. O documento foi enviado a Magnus Apostólico, superintendente de Relações do Trabalho da Fenaban.

Enquanto os bancos não se manifestam a respeito da volta às conversações, o Comando orientou os Sindicatos a intensificarem a mobilização. Hoje, em Londrina a Greve continua forte nas agências do Centro e ganhou a adesão de algumas na periferia da cidade.

O Sindicato de Apucarana, conseguiu paralisar as agências da cidade sede da entidade, de Arapongas e de Jandaia do Sul, com exceção do Bradesco. Na sexta-feira, a agência de Apucarana abriu as portas, amparada em “Interdito Proibitório” conseguido junto à Justiça do Trabalho e com a presença da Polícia Militar. O banco também utilizou esse artifício em Paranavaí.

O presidente do Sindicato, Damião Rodrigues, afirma que essa medida foi objeto de  uma interpelação protocolada na Justiça do Trabalho de Apucarana para garantir o direito de greve aos bancários do Bradesco. “O Interdito Proibitório é um subterfúgio que o banco utilizou para barrar nosso movimento. A Justiça errou, pois esse tipo de instrumento jurídico diz respeito à proteção do patrimõnio da instituição, que não é objeto da Greve, que tem por finalidade apenas pressionar avanços nas negociações salariais”, explica Damião.

 VEJA ABAIXO O QUE OS BANCÁRIOS REIVINDICAM E O QUE OS BANCOS OFERECERAM

 Reajuste de 10% do salário – Os bancos ofereceram 4,5%, apenas a reposição da inflação dos últimos doze meses, enquanto outras categorias de trabalhadores de setores econômicos menos lucrativos estão conquistando aumento real de salário.

Bancos querem reduzir PLR para aumentar lucros – Os bancários querem uma PLR simplificada, equivalente a três salários mais R$ 3.850,00 fixos. Os banqueiros propuseram a distribuição de 5,5% do lucro líquido, ao contrário dos últimos anos quando os bancários recebiam até 15% dos resultados. Cálculo do Dieese mostra que, dessa forma, somente os seis maiores bancos (BB, Itaú Unibanco, Bradesco, Caixa, Santander e HSBC) reduziriam em R$ 1,2 bilhão o pagamento de PLR, em 2009, em relação ao ano passado.

Valorização dos pisos salariais – A categoria reivindica pisos de R$ 1.432,00 para portaria, R$ 2.047,00 (salário mínimo do Dieese) para escriturário, R$ 2.763,45 para caixa, R$ 3.477,00 para primeiro comissionado e R$ 4.605,73 para primeiro gerente. Os bancos rejeitam a valorização dos pisos e propõem 4,5% de reajuste para todas as faixas salariais.

Preservação dos empregos e mais contratações – Seis dos maiores bancos do país estão passando por processos de fusão. Os bancários querem garantias de que não perderão postos de trabalho e exigem mais contratações para dar conta da crescente demanda. Os bancos se recusam a discutir o emprego e aplicar a Convenção 158 da OIT, que inibe demissões imotivadas.

Mais saúde e melhores condições de trabalho – A enorme pressão por metas e o assédio moral são os piores problemas que a categoria enfrenta hoje, provocando sérios impactos na saúde física e psíquica. A Fenaban não fez proposta para combater essa situação e melhorar as condições de saúde e trabalho.

Auxílio-creche/babá – A categoria quer R$ 465,00 (um salário mínimo) para filhos até 83 meses (idade prevista no acordo em vigor). Os bancos oferecem R$ 205,00 e querem reduzir a idade para 71 meses.

Auxílio-refeição – Os bancários reivindicam R$ 19,25 ao dia e as empresas propõem R$ 16,63.

Cesta-alimentação – Os trabalhadores querem R$ 465, inclusive para a 13ª cesta-alimentação. Os bancos oferecem R$ 285,21 tanto para a cesta mensal quanto para a 13ª.

Segurança – Os bancários querem instalações seguras e medidas como a proibição ao transporte de numerário, malotes e guarda das chaves. Também reivindicam adicional de risco de vida de 40% do salário para quem trabalha em agências e postos. A categoria defende proteção da vida dos trabalhadores e clientes.

Previdência complementar para todos –  Os bancários reivindicam planos de previdência complementar para todos os trabalhadores, com patrocínico dos bancos e participação na gestão dos fundos de pensão.

Fonte: Contraf-CUT

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