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VIDA BANCÁRIA critica a volta da rotatividade nos bancos

Posted by Armando em 06/07/2010

A volta da rotatividade nos bancos, estratégia que consiste na demissão de funcionários com maior tempo de casa por mais novos, com salários menores, é criticada na edição 1.142 do VIDA BANCÁRIA, jornal do Sindicato dos Bancários de Londrina, Apucarana, Arapoti e Cornélio Procópio, no Norte do Paraná. O texto de Capa do informativo relata a demissão de um gerente do Banco Safra, ocorrida no final de junho, em Londrina, como mais um exemplo dessa prática contra a categoria.

Segundo informa o VIDA, com base em estudo feito pela subseção do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos-socioeconômicos), da Contraf-CUT (Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Financeiro), a diferença entre a média salarial dos cerca de 30 mil bancários que foram dispensados em 2009 atinge 40,17% em relação à remuneração média dos aproximadamente 29,5 mil novos contratados pelas instituições financeiras no período. Desta forma, os bancos acabam reduzindo os gastos com pessoal ao demitirem funcionários próximos à aposentadoria, ampliando ainda mais seus lucros.

O jornal também destaca a prática de assédio moral e a exploração da jornada de trabalho dos bancários do Santander/Real na região de Londrina pelo cumprimento de metas. De acordo com denúncias encaminhadas ao Sindicato, a superintendência Regional do banco espanhol estaria pressionando os bancários a venderem produtos aos clientes, inclusive caixas, e a convencerem os mesmos, sem muitas explicações, a trocarem o tipo de conta, passando com isto a pagar tarifas mais caras. O objetivo, conforme apontaram as denúncias, é fazer com que a Regional fique em primeiro lugar no atingimento de metas, o que garantiria os gestores uma temporada na Argentina, numa campanha denominada “Mi Buenos Aires Querida”.

O VIDA desta semana traz, ainda, informações sobre o PFG (Plano de Funções Gratificadas), implantado pela Caixa Econômica Federal no dia 1º de julho, que implica, entre outras coisas, na valorização dos empregados, mas, por outro lado, impõe a redução salarial dos bancários que tiverem a jornada de trabalho reduzida e outros pontos prejudiciais aos funcionários. Em função desses pontos, nos quais a direção da Caixa não se dispos a negociar com o movimento sindical, a Contraf-CUT já decidiu que não assinará o Acordo Coletivo de Trabalho necessário para regulamentar o PFG.

Leia o VIDA BANCÁRIA na íntegra clicando nos links abaixo: 

Capa

Pág. 2

Pág. 3

Pág. 4

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