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Bancários criticam medidas do BC que facilitam a terceirização de serviços

Posted by Armando em 12/04/2011

O jornal VIDA BANCÁRIA critica na edição desta semana as medidas adotadas pelo Banco Central do Brasil que facilitam ainda mais a terceirização de serviços pelos bancos. As medidas editadas no último dia 31 de março, possibilitam que qualquer empresa opere como correspondente bancário, inclusive como atividade principal, além de permitir que as próprias instituições financeiras criem subsidiárias para atuar de forma independente.

Sob a justificativa de ampliar a “bancarização” no País, o BC está afrouxando a legislação atual, o que implica, na avaliação da Contraf (Confederação Nacional dos Bancários), na desregulamentação da própria atividade bancária. Para a entidade, a Resolução 3.954, editada em fevereiro deste ano, contempla os anseios dos bancos, e significa, na prática, uma reforma do Sistema Financeiro Nacional, atribuição está que é prerrogativa do Congresso Nacional.

De acordo com a Contraf-CUT, o Banco Central não tem condições de fiscalizar a atuação dos atuais cerca de 200 mil correspondentes bancários existentes no País, o que dirá dos milhares de outros que surgirão a partir de agora. Conforme noticiou o VIDA BANCÁRIA, as medidas do BC poderão acarretar risco ao sigilo bancário de clientes e usuários, bem como o aumento da exploração de mão-de-obra barata das empresas que atuarão nesta modalidade de serviços, que não respeitam os direitos previstos na Convenção Coletiva de Trabalho da categoria bancária, apesar de exercerem atividades típicas do ramo financeiro.

A Contraf-CUT está buscando audiências com os Ministérios da Fazenda, do Trabalho e Emprego, com o Banco Central e as Comissões da Câmara dos deputados do Trabalho e de Fiscalização Financeira para tentar reverter as mudanças nas regras de terceirização no setor.

 O VIDA desta semana também traz informações sobre o Foro Regional, realizado pela UNI Sindicato Global nos dias 6 e 7 de abril, em Bogotá, no qual foi discutida a proposta para ampliar o número de trabalhadores sindicalizados nas empresas multinacionais.

Outra notícia de destaque do jornal é a denúncia feita pelo Sindicato dos Bancários de Apucarana sobre o descaso que o Banco Itaú tem com as agências oriundas do antigo banco público do Estado do Paraná, o Banestado, adquirido no ano 2000. Até hoje o mobiliário e o layout das agências chamadas “pioneiras” são os mesmos da época do Banestado, demonstrando a falta de investimentos, pelo Itaú, na modernização dos equipamentos destas unidades.

Leia o VIDA BANCÁRIA na íntegra clicando nos links abaixo:

Capa

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