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Posts Tagged ‘BANCOS’

Categoria bancária entrega reivindicações à Fenaban no dia 11/08.

Posted by Armando em 01/08/2014

camiseta2 maiorDepois de definir, no último final de semana, em Atibaia (SP), a Minuta de Reivindicações da Campanha Nacional Unificada 2014, a categoria bancária iniciará os debates com a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) no dia 11 de agosto.

Os bancários reivindicam reajuste de 12,5%, valorização do piso salarial no valor do salário mínimo calculado pelo Dieese (R$ 2.979,25 em junho), PLR (Participação nos Lucros e Resultado) maior, mais empregos, fim da terceirização, combate às metas abusivas e ao assédio moral, segurança contra assaltos e sequestros, e igualdade de oportunidades, dentre outras avanços.

A categoria é formada por mais de 450 mil trabalhadores no país e tem data-base em 1º de setembro. O principal desafio da Campanha Salarial deste ano é garantir mecanismos de proteção ao emprego, pois os bancos estão passando por processos de reestruturação que visa implantar, em massa, o sistema de pagamentos móveis, eliminando com isso as agências bancárias tradicionais, bem como os postos de trabalho no setor mais lucrativo da sociedade brasileira.

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Vida Bancária denuncia descaso dos bancos com o emprego

Posted by Armando em 23/01/2013

Vida1252-CapaA edição desta semana do jornal VIDA BANCÁRIA, informativo dos Sindicatos de Bancários de Londrina, Apucarana, Arapoti e de Cornélio Procópio, traz como destaque este importante assunto. Líderes em lucros e em demissões, o Itaú e o Santander se recusaram a discutir a questão do emprego durante audiências realizadas no início deste mês no MPT (Ministério Público do Trabalho).

As audiências foram solicitadas pela Contraf (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro) em função do elevado número de fechamento de postos de trabalho nestas duas instituições financeiras no ano passado.

No Itaú, entre janeiro e setembro de 2012 foram cortados 7.831 empregos, visando fazer com que o banco atinja o índice de eficiência almejado por Roberto Setúbal. Este índice mede o quanto a instituição financeira gasta para gerar receitas, ou seja, quanto menor os gastos com pessoal, maior o lucro.

No Santander, somente no mês de dezembro de 2012 foram fechados 955 postos de trabalho no Brasil com o objetivo de ampliar o volume de recursos a serem enviados para a matriz, na Espanha, visando conter os efeitos da crise financeira. A filial brasileira do banco espanhol é responsável por 26% do lucro mundial do grupo.

“O Itaú e o Santander estão na contramão da corrente que busca ampliar o desenvolvimento do Brasil. Preocupados em elevar ainda mais seus lucros, estes dois bancos estão descartando bancárias e bancárias, em especial os com mais tempo de trabalho, para reduzir as despesas com pessoal, como se isso fosse necessário para não abalar suas finanças”, observa Wanderley Crivellari, presidente do Sindicato dos Bancários de Londrina.

O VIDA BANCÁRIA desta semana destaca ainda o golpe dado pelo HSBC Bank nos funcionários ao promover mudanças no Plano de Saúde dos funcionários. Esperto, o banco inglês isentou do pagamento das contribuições mensais bancários e bancárias titulares do Plano, o que levará estes a não terem direito à cobertura de serviços médicos quando forem demitidos. Além disso, o HSBC aumentou os valores das mensalidades dos dependentes, dos aposentados e da coparticipação, inviabilizando o uso do Plano de Saúde.

O informativo traz também informações a respeito das negociações permanentes com o Banco do Brasil e com a Caixa Econômica, entre outros assuntos. Leia mais detalhes clicando nos links abaixo:

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Revista do Brasil desvenda a “farra dos bancos” e a falta de responsabilidade social

Posted by Armando em 16/03/2012

Imagem revista brasil maiorA edição da Revista do Brasil de março de 2012 traz importante reportagem a respeito da forma como os bancos obrigam seus funcionários a venderem produtos passando por cima da ética, visando unicamente a ampliação dos lucros.

Levando em conta que os cinco maiores bancos do País tiveram lucro em 2011 de cerca de R$ 51 bilhões, representando 85% do valor obtido por todo o Sistema Financeiro Nacional, a Revista lembra que estas instituições também são campeãs no ranking de reclamações dirigidas ao Banco central.

O Itaú ocupa o primeiro lugar neste ranking, seguido do Bradesco, que ficou em quarto lugar, do Santander, em sétimo, e do Banco do Brasil, que se classificou em nono lugar em reclamações. As principais queixas dizem respeito à má qualidade nos serviços prestados, cobranças não autorizadas e contratos mal feitos ou não explicados.

Metas absurdas atormentam bancários

Envolvidos nesta trama, os bancários podem ter suas cabeças colocadas a prêmio caso não atinjam as metas estabelecidas pelos bancos. De acordo com declaração de um bancário do Santander, concedida à reportagem da Revista do Brasil, antes a meta de captação de empréstimos consignados era de R$ 500 mil por mês e agora é de R$ 1 milhão.

Nesta busca frenética por lucros cada vez mais altos, a ética nas vendas de produtos é deixada de lado, fazendo com que clientes sejam pressionados a comprar aquilo que não precisam. Um exemplo disso é a venda de plano de previdência privada empurrado a idosos e até mesmo seguro de vida para quem já não tem muito a perder neste mundo.

O resultado dessa ganância é o adoecimento cada vez maior dos bancários, que vivem constantemente sob pressão para atingirem as metas, sendo obrigados, muitas vezes, a passar por humilhações e constrangimentos ao forçar a venda de produtos aos clientes para não perder o emprego.

Leia abaixo entrevista concedida à Revista do Brasil pelo sindicalista Márcio Monzane, ex-diretor do Sindicato de São Paulo e atual chefe do escritório mundial da UNI Finanças na Suíça, a respeito dessa conduta dos bancos em busca de lucros cada vez mais altos.

“Necessidade do cliente, e não o lucro
do banco, deve ser a base
dos programas de metas”

O sindicalista brasileiro Márcio Monzane (foto), ex-diretor do Sindicato do Bancários de São Paulo, Osasco e Região, é chefe do escritório mundial da UNI Finanças, na cidade suíça de Nyon. A entidade integra a UNI (United Networks International), rede global de sindicatos do setor de serviços com 900 entidades filiadas em 150 países. Segundo Monzane, a venda responsável de produtos financeiros se tornou uma causa internacional do segmento, uma vez que está associada a dois valores muito caros ao movimento sindical bancário: a responsabilidade social dos bancos e o direito humano a condições adequadas de trabalho. Em visita ao Brasil no final de fevereiro, Monzane comentou o andamento dessa campanha global.

Em que medida as relações entre bancos e clientes refletem nas demandas sindicais dos bancários?

Nós temos uma campanha mundial por vendas responsáveis e assessoramento financeiro, que tem como princípio o estímulo à negociação coletiva – ou seja, as relações com os clientes também têm de ser objeto de negociações entre as instituições financeiras e seus trabalhadores. A campanha defende também a atuação das entidades sindicais e órgãos de defesa do consumidor junto a entes reguladores dos governos, como os bancos centrais e organismos de defesa econômica. A campanha prioriza a busca pelo diálogo entre todos esses atores.

E o diálogo está acontecendo?

Temos uma carta de princípios que define como deve ser isso que chamamos de venda responsável. A lógica não pode ser orientada pela busca do lucro, mas a necessidade dos clientes. Tanto individualmente quanto em nível local – por exemplo, que tipos de produtos bancários são mais necessários a um determinado entorno social. E isso levando em conta que é perfeitamente possível os negócios bancários serem lucrativos, rentáveis, atendendo às necessidades das pessoas e das comunidades. Então, um programa de metas de um banco, em vez de ser orientado a alcançar o objetivo imediato do lucro, deve ser estabelecido com base num assessoramento financeiro voltado para o atendimento dessas necessidades do público.

Por exemplo?

Por exemplo, um banco que convive com uma carteira de crédito afetada por 5% de inadimplência não vai ter prejuízo de direcionar suas ações para o crédito mais consciente. Uma taxa de inadimplência reduzida a 2% não atrapalha sua rentabilidade. O cliente que deve menos, ou poupa mais, o que estimula os investimentos, ou consome mais, o que estimula a economia local. Mas para isso é necessário um bom assessoramento, as pessoas que vão lidar com isso precisam ser bancários, precisam ser profissionais seguros e qualificados, têm que ter uma relação transparente e não via call center, tem de haver um tempo adequado para um bom atendimento.

Já há algum resultado alcançado por essa campanha
em algum país?

Na Comunidade Europeia, agora, está em discussão uma regulamentação do sistema financeiro. Em um dos níveis de discussão estão os critérios para elaboração de um produto financeiro. Conseguimos introduzir num texto a ser apresentado à Comissão Europeia alguns desses princípios relacionados a projeções de metas, assessoramento, treinamento, qualificação, oferecendo parâmetros mais civilizados para formulação de uma eventual nova lei que venha a surgir desse processo. Na Austrália, por exemplo, surgiu um acordo avalizado pelo Ministério da Economia pautado por essa proposta. O fenômeno já estimula debate semelhante na vizinha Nova Zelândia. Na Europa, um acordo entre sindicatos e o Santander na Europa também introduz na relação o tema da assessoria financeira, da qualidade dos produtos e do atendimento aos clientes. Então, já começam a surgir avanços, ainda que pontuais.

Onde mais os Sindicatos têm conseguido convencer bancos
com essa demanda?

Em Cingapura e nas Filipinas, os sindicatos fizeram pesquisas que comprovam que clientes adquirem produtos que desconhecem, e a discussão da assessoria e do treinamento adequados foi criada. Na Dinamarca a discussão foi criada a partir do conflito ético detectado pela apresentação inadequada de produtos a clientes, e isso tem um peso muito importante nos países nórdicos. E a partir do momento em que os sindicatos comprovaram o conflito ético algumas empresas se abriram para negociar para solucioná-los. Isso aconteceu num banco muito grande na Suécia, o Nordea.

Fonte: Revista do Brasil março 2012/site VIDA BANCÁRIA

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Banco do Brasil pode levar “terror das metas” para os Correios

Posted by Armando em 06/06/2011

O Banco do Brasil ganhou, em leilão realizado no dia 31 de maio, em Brasília, o direito de realizar operações bancárias através das agências dos Correios por um lance de R$ 2,3 bilhões, superando os lances feitos pelo Bradesco, atual concessionário do Banco Postal, o Itaú Unibanco e a Caixa Econômica Federal. O contrato com os Correios será de cinco anos, com início em janeiro de 2012.

Segundo declarações feitas pela diretoria, o BB pretende ampliar neste período sua presença no território nacional através das 2.170 agências que passará a agregar através desta parceria, abrangendo 95% dos municípios brasileiros.

Logo após essa vitória, a instituição financeira anunciou que pretende abrir 10 milhões de novas contas nos cinco anos em que estará utilizando os balcões dos Correios para ampliar sua rentabilidade. Nos 10 anos em que o Bradesco está operando o Banco Postal, de acordo com informações dadas pela Companhia de Correios e Telégrafos, foram abertas mais de 10 milhões de contas.

Dessa forma, o BB deverá redobrar os esforços, dos funcionários dos Correios, para dobrar o número de correntistas do Banco Postal. Isso significa mais pressão pelo cumprimento de metas, como vem ocorrendo nos últimos anos com os funcionários do banco, atropelados para dar conta da demanda e da sanha de manter a posição de liderança do mercado financeiro. Este trabalho compreende, ainda, o convencimento dos atuais clientes do Banco Postal a encerrarem suas contas no Bradesco para abrirem novas no Banco do Brasil.

Quanto aos funcionários do Banco Postal, certamente será mantida a exploração de mão-de-obra barata, como vem sendo feito pelo Bradesco, que se utiliza desse tipo de serviço terceirizado para reduzir custos e levar seus produtos para os mais distantes rincões do País.

Apesar de ser um banco com a maioria acionária nas mãos do Governo Federal, o BB deve manter a atual estrutura das agências dos Correios, que não dispõem de portas com detector de metais, do número de vigilantes adequado e demais dispositivos de segurança obrigatórios para agências bancárias.

Com tudo isso, o lucro fácil virá mais rápido do que o Sedex, acalmando a ganância dos ávidos acionistas.

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VIDA BANCÁRIA desta semana destaca o Ranking das Reclamações contra os bancos

Posted by Armando em 01/06/2011

O Ranking de Reclamações contra os bancos, divulgado todos os meses pelo BC (Banco Central) é um dos destaques da edição do VIDA BANCÁRIA desta semana, informativo produzido pelos Sindicatos de Bancários de Londrina, Apucarana, Arapoti e de Cornélio Procópio, cidades localizadas no Norte do Paraná. No último levantamento feito pelo BC, os débitos não autorizados ficaram em primeiro lugar na lista de reclamações encaminhadas pelos clientes. Em seguida ficaram as cobranças de tarifas por serviços não contratados.

O jornal informa também que o Itaú Unibanco ocupou no mês passado pela sétima vez consecutiva a liderança no Ranking de Reclamações do BC. O Banco Santander ficou em segundo lugar, o HSBC Bank em terceiro, seguido do Banco do Brasil e do Bradesco.

O VIDA destacou, também, que o setor financeiro brasileiro, de acordo com a consultoria Economática, foi o mais lucrativo da economia do País no primeiro trimestre de 2011. Entre as 307 empresas com capital aberto pesquisadas pela consultoria, 25 bancos concentraram R$ 12 bilhões de lucro líquido no período, valor que representa 23,13% do total dos ganhos das empresas que foram objeto deste estudo.

A edição nº 1.181 do VIDA BANCÁRIA traz, ainda, informações sobre a devolução da parcela do Imposto Sindical que caberia ao Sindicato dos Bancários de Londrina aos associados, a reativação do Centro de Realocação do Itaú Unibanco, motivada pela mobilização da categoria, e sobre a instalação de equipamentos de ar condicionado nas agências do banco em Tamarana e em Rancho Alegre.

Confira estas e outras matérias divulgadas pelo VIDA clicando nos links abaixo:

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Banco do Brasil assina Acordo Marco com a UNI Américas válido para a AL

Posted by Armando em 29/05/2011

A UNI Américas assinará em Brasília amanhã (30/05) com o Banco do Brasil o primeiro Acordo Marco de abrangência continental nas Américas com uma empresa do sistema financeiro. Este instrumento é fruto de um longo processo de negociação entre o Sindicato Global e o banco, intermediado pela Contraf (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro) e o escritório regional da UNI sediado no Panamá, então condenado pelo brasileiro Márcio Monzane. Monzane atualmente é chefe mundial da UNI Finanças.

O Acordo estabelece garantias de proteções mínimas para todos os trabalhadores do BB nos países nos quais opera no continente americano. Entre os principais pontos do estão a garantia de liberdade sindical e o reconhecimento efetivo do direito de negociação coletiva, compromisso do banco com o combate e a prevenção de problemas de saúde derivados da atividade laboral, combate ao assédio moral e sexual, garantia de ausência de discriminação no emprego e promoção da igualdade de oportunidades, entre outros pontos.

“O Banco do Brasil está se internacionalizando rapidamente e é importante que se disponha a cumprir as garantias mínimas previstas no Acordo Marco”, afirma Marcel Barros, secretário-geral da Contraf-CUT e funcionário do Banco do Brasil, que participou das negociações para a construção do Acordo.

Segundo informou a entidade, o Acordo com o BB é o segundo maior já assinado pela UNI Sindicato Global com empresas do setor financeiro em todo o mundo em número de trabalhadores atingidos. Ele abrange 118.900 empregados. A UNI já assinou Acordos Marco com as seguintes instituições financeiras em diversas regiões do mundo:

– Allianz Seguros, na Alemanha, abrangendo 182.865 trabalhadores

– Barclays África, válido para a operação do banco inglês no continente africano, com 37 mil trabalhadores

– Danske Bank, da Dinamarca, com 24 mil trabalhadores

– NAG, da Austrália, com 39.729 trabalhadores – Nordea, da Suécia, com 34.008 trabalhadores – Skandia, da Suécia, com 5.800 trabalhadores

Nos últimos anos a UNI Américas vem mantendo insistentes contatos com o HSBC, Santander, Itaú Unibanco, visando estabelecer Acordos Marco com estas instituições. A uniformização de direitos dos bancários que atuam nas filiais destes bancos em todo o mundo e a garantia da liberdade sindical são os principais desafios que a entidade pretende assegurar na construção de instrumentos como o que será celebrado neste dia 30 de maio com o Banco do Brasil.

Fonte: Contraf-CUT.

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Pesquisa revela que bancos ampliam contratações mas reduzem massa salarial dos bancários

Posted by Armando em 29/03/2011

A Pesquisa de Emprego Bancário, realizada em conjunto pela Contraf (Confederação dos Trabalhadores no Ramo Financeiro) e o Dieese (Departamento Intersindical de Estudos Sócio-econômicos), revelou que, apesar dos bancos terem gerado mais de 24 mil novos empregos no ano passado, a massa salarial dos trabalhadores do setor que mais lucra no Brasil foi reduzida.

A Pesquisa foi feita com base nos dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho. Em 2010, os bancos geraram 24.032 novas vagas, número que parece alto, mas que representa apenas 1,12% dos 2.136.947 empregos gerados em todo o País no mesmo período. Os bancos contrataram 57.450 trabalhadores e demitiram outros 33.418 no ano passado.

Segundo divulgou o VIDA BANCÁRIA desta semana, como a maioria dos demitidos tinha remuneração entre 4 e 10 salários mínimos e uma grande parcela dos admitidos (31.064) recebem até quatro salários mínimos, a média salarial da categoria teve uma redução de 36,06%, enquanto a soma dos lucros obtidos pelos seis maiores bancos em 2010 atingiu mais de R$ 43 bilhões. Para o presidente do Sindicato dos Bancários de Londrina, Wanderley Crivellari, isto é o resultado da política da rotatividade que vem sendo colocada em prática no sistema financeiro nacional.

O VIDA desta semana também destaca a insatisfação dos funcionários do Banco Itaú Unibanco com o reajuste de até 24,61% nas mensalidades do Plano de Saúde. A Contraf-CUT cobrou do banco explicações para justificar este aumento e cricitou a falta de diálogo com o movimento sindical para tomar tal medida.

Outra informação importante do jornal é a retomada das discussões da Mesa Temática de Saúde, com a presença de representantes dos bancários e da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos). Os bancos se recusaram a discutir a proposta dos sindicalistas de negociar limites para as metas de venda de produtos, que atualmente são responsáveis pela grande incidência de assédio moral na categoria.

O VIDA traz, ainda, relato sobre a assinatura de Acordo Coletivo de Trabalho entre a Contraf-CUT e a Fenaban, estabelecendo a CCP (Comissão de Conciliação Prévia), que apreciará as reivindicações de ex-funcionários do Banco do Brasil relacionadas a direitos não pagos durante a vigência do Contrato de Trabalho com o banco.

Leia o VIDA BANCÁRIA na íntegra clicando nos links abaixo: 

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Guia da Confederação dos Bancários e Idec orienta consumidores contra abusos dos bancos

Posted by Armando em 26/03/2011

A Contraf (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Crédito), entidade filiada à CUT, e o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) lançaram na última terça-feira (15/03), Dia Mundial do Consumidor, o guia “Os bancos e você – Como se defender dos abusos dos bancos”. Este material tem por objetivo orientar os clientes e usuários sobre seus direitos, com dicas para fugir das armadilhas das instituições financeiras na venda irresponsável de produtos e serviços.

O Guia traz entre os assuntos abordados dicas de como escolher o banco, cuidados na abertura e encerramento de contas, esclarecimentos sobre serviços como movimentações, pagamento de boletos, débito automático, cheques, cartões, tarifas etc. Também inclui modelos de carta para o consumidor reivindicar seus direitos, caso seja vítima de práticas abusivas das instituições financeiras. “Com essa iniciativa, estamos abrindo uma nova etapa na parceira entre o movimento sindical e o Idec na defesa da população brasileira que usa serviços financeiros”, afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT, lembrando que o atual guia é uma atualização e aprofundamento de manual semelhante editado em 1998 pela antiga Confederação Nacional dos Bancários (CNB-CUT), que antecedeu a Contraf-CUT, e pelo Idec.

Campanha internacional

O lançamento do guia representa também uma ação concreta no Brasil da articulação de duas campanhas internacionais para forçar o sistema financeiro a ter uma postura mais ética e responsável em relação aos clientes e a seus trabalhadores.

A Contraf-CUT participou da reunião da UNI Finanças, realizada em Copenhague (Dinamarca) em junho do ano passado, que lançou uma carta global com princípios de responsabilidade na venda de produtos financeiros. E o Idec participa da campanha internacional “Consumidores por Serviços Financeiros Justos”, da Consumers International, federação que representa 220 organizações de defesa do consumidor de 115 países.

“Os princípios estabelecidos na carta de Copenhague visam estabelecer uma cultura e procedimentos operacionais que garantam a venda responsável, com treinamento e ambiente de trabalho saudável para os funcionários e garantindo o direito dos clientes a uma orientação adequada e produtos financeiros de qualidade e adequados às suas necessidades”, explica Carlos Cordeiro.

Outra informação importante que consta neste Guia é a relação dos telefones das Ouvidorias dos principais bancos que atuam no Brasil, bem como do Banco Central, que é responsável pela fiscalização dos serviços prestados pelas instituições financeiras.

Clique no link para ler o Guia “Os bancos e você – Como se defender dos abusos dos bancos”.

Fonte: Contraf-CUT/Site VIDA BANCÁRIA.

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TST condena Banco Santander por terceirizar atividades-fim no Brasil

Posted by Armando em 18/03/2011

A luta dos trabalhadores contra a terceirização de serviços obteve uma importante vitória nos últimos dias. O TST (Tribunal Superior do Trabalho) condenou o Banco (Real) Santander e a empresa Proservv, atualmente nominada de Fidelity, respectivamente, por contratarem e oferecerem serviços considerados atividades-fim da instituição financeira. Trocando em miúdos, isso significa que o TST considerou ilegal a contratação de trabalhadores não bancários para exercerem atividades típicas da categoria, tais como, por exemplo, a abertura de contas, preparação para autenticar e compensar cheques.

O banco e a empresa que intermédia mão-de-obra foram condenados a pagar R$ 50 mil a título de indenização por danos morais coletivos. Este dinheiro será revertido ao FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador). Em outra ação, julgada pelo s ministros do TST também determinaram que o Santander contrate outra empresa de serviços terceirizados e proibiu a Fidelity de efetuar esse tipo de terceirização a outros bancos.

Com esta decisão, a Justiça do Trabalho reconheceu o vínculo empregatício dos trabalhadores terceirizados, que agora têm direito a requerer salários e outros direitos cabíveis à categoria bancária, além da correta anotação em Carteira de Trabalho. Estas irregularidades foram objeto de duas ações movidas pelo Ministério Público do Trabalho de São José dos Campos e do Rio de Janeiro.

No parecer da Junta da 3ª Vara do Trabalho de São José dos Campos o juiz entendeu que o banco contratou a terceirizada com o intuito de “fraudar a legislação trabalhista, para baratear o custo da mão de obra, com a visão do capitalismo selvagem de lucros máximos a custos mínimos”. E os juízes ainda questionam: “Até onde essa mentalidade vai nos levar”, indagou o magistrado.

Esta decisão também serve de jurisprudência para os trabalhadores terceirizados que atuam na compensação de cheques, abertura de contas e outros serviços considerados atividades-fim da categoria bancária.

Fonte: Afubesp.

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Bancários buscam adiantamento da segunda parcela da Participação nos Lucros

Posted by Armando em 09/02/2011

A edição 1.167 do Jornal VIDA BANCÁRIA, editado pelos Sindicatos de Bancários de Londrina, Apucarana, Arapoti e de Cornélio Procópio, no Norte do Paraná, traz como manchete a solicitação feita pela Contraf (Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Financeiro) aos bancos para que efetuem o pagamento antecipado da PLR (Participação nos Lucros e Resultados). O prazo para creditar este direito vence no dia 1º de março, mas o objetivo da entidade é garantir que os bancários o recebam antes para cobrir as despesas do início do ano (IPVA, IPTU, materiais escolares etc.).

Na primeira parcela, paga pelos bancos em outubro do ano passado, os funcionários de instituições privadas receberam 54% do salário mais um valor fixo de R$ 660,48, além de R$ 1.200,00 referente à PLR Adicional. Os funcionários do Banco do Brasil e da Caixa Econômica recebem os valores correspondentes à PLR geral e também os previstos nos programas próprios de Participação nos Lucros definidos na Campanha Salarial de 2010.

O VIDA também informa o resultado da Consulta feita junto aos bancários do Itaú para levantar o grau de satisfação em relação ao Plano de Saúde. O resultado apresentou boa aceitação pelos serviços médicos oferecidos, mas no Plano Odontológico os funcionários demonstraram insatisfação.

Na pág. 2 o jornal noticia o terceiro assalto ocorrido em agências do Banco do Brasil em Londrina este ano. A ação dos bandidos demonstra fragilidade da forma como a segurança do banco está organizada. O VIDA BANCÁRIA traz ainda matérias sobre o Banco Santander, com destaque para a pressão feita contra os bancários para que ampliem a jornada de trabalho, trocando o recebimento de horas extras pela compensação das mesmas quando for conveniente para a instituição financeira.

Leia o jornal na íntegra clicando nos links abaixo:

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