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Posts Tagged ‘CUT’

CUT lança campanha pela redução da jornada para 40 horas semanais

Posted by Armando em 06/06/2014

A mobilização das Centrais Sindicais assegurou o reajuste anual da Tabela do Imposto de RendaA CUT, juntamente com outras Centrais Sindicais, lançou no dia 4 de maio, em Brasília, campanha para aprovação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 231, em parceria com o MPT (Ministério Público do Trabalho) e o Dieese. A emenda prevê redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem redução de salário.

A redução da jornada de trabalho é um dos pontos da pauta de reivindicações da Classe Trabalhadora, que foi entregue ao Governo Federal, Congresso Nacional e ao Poder Judiciário, e que tem ainda a luta pelo Fim do Fator Previdenciário, valorização das aposentadorias e a ratificação pelo Brasil da Convenção 158 da OIT (Organização Internacional do Trabalho), como forma de impedir demissões injustificadas no país.

 Estudo do Dieese estima que a redução da jornada de trabalho criaria mais de 3 milhões de empregos no país e mais qualidade de vida para o trabalhador. Assim, governos e empresários gastariam menos com a saúde dos funcionários e a economia do país seria aquecida.

O deputado estadual Vicente Paulo da Silva, o Vicentinho (PT-SP), relator do projeto e atual líder do partido na Câmara, explica que a PEC tem posição favorável do STJ (Superior Tribunal de Justiça), mas “quando chega no plenário, infelizmente, deputados ligados com empresários, comprometidos com esse segmento, não deixam que ocorra a votação”.

Na avaliação da CUT, a presença e a pressão dos trabalhadores, tanto no plenário da Câmara dos deputados, como na rua, possibilitará a aprovação da emenda. Além disso, a Central afirma que a extensa jornada de trabalho está penalizando muito a saúde do trabalhador.

A PEC 231 foi apresentada em 1995. Atualmente, a bancada dos trabalhadores na Câmara é formada por apenas 73 deputados federais, enquanto os empresários têm ao seu lado mais de 160 parlamentares.

Fonte CUT Brasil
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Anamatra divulga Carta Aberta contra o PL 4330 da terceirização

Posted by Armando em 04/09/2013

Logo NÃO Á TERCEIRIZAÇÃO maiorA Anamatra (Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho) divulgou, na segunda-feira (2/09), Carta Aberta aos parlamentares pedindo a rejeição integral do PL 4.330/2004, que tramita na CCJC (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania) da Câmara Federal, com o objetivo de regulamentar a terceirização no Brasil.

A entidade avalia que esse projeto expande a prática “ruinosa e precarizante”, representando uma ruptura da rede de proteção trabalhista consolidada pela Constituição Federal. A Anamatra também aleta que a terceirização constitui simples manobra econômica destinada a reduzir custos de pessoal na empresa.

O PL 4330 estava na pauta da CCJC nesta terça-feira (3/09), mas foi retirado de pauta em função do protesto feito por dirigentes da CUT. Com o forte lobby dos patrões, o projeto pode ser colocado em votação a qualquer momento, por isso, a pressão das Centrais Sindicais é constante para impedir que a terceirização seja aprovada na forma prevista pelo PL4330.

Leia a íntegra do documento da Anamatra:

Carta aberta

A Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho (Anamatra), entidade representativa dos mais de 3.500 juízes do Trabalho do Brasil, vem a público, nos termos de seu Estatuto – que determina a atuação em defesa dos interesses da sociedade, em especial pela valorização do trabalho humano, pelo respeito à cidadania e pela implementação da justiça social -, conclamar os partidos políticos e parlamentares comprometidos com os direitos sociais a rejeitaram integralmente o Projeto de Lei 4.330/2004, que ora tramita na Comissão de Constituição Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados, e que dispõe sobre o contrato de prestação de serviço a terceiros e as relações de trabalho dele decorrentes.

O referido PL, a pretexto de regulamentar a terceirização no Brasil, na verdade expande essa prática ruinosa e precarizante para todas as atividades econômicas, com risco de causar sérios danos aos trabalhadores brasileiros, caso aprovado, pela ruptura da rede da proteção trabalhista que o constituinte consolidou em 1988. Entre os problemas do projeto estão a liberação da prática na atividade-fim da empresa, bem como a ausência da responsabilidade solidária do empregador de forma efetiva.

A terceirização constitui manobra econômica destinada a reduzir custos de pessoal na empresa, pelo rebaixamento de salários e de encargos sociais, que tem trazido uma elevada conta para o país, inclusive no que se refere aos acidentes de trabalho, uma vez que em determinados segmentos importantes da atividade econômica os índices de infortúnios são significativamente mais elevados.

É com perplexidade, incredulidade e espanto que notícias são lidas dando conta da adesão por parte de alguns Partidos e parlamentares ao relatório do deputado Artur Maia, abandonando linha histórica que legitimou a atuação de cada um.

Nesse sentido, a Anamatra reforça a conclamação aos parlamentares e partidos, comprometidos com as causas sociais, para que rejeitem o PL 4.330/2004, e sigam em defesa de uma sociedade que busque a justiça social e não o aprofundamento da desigualdade social no Brasil.

Brasília, 2 de setembro de 2013.

Paulo Luiz Schmidt
Presidente da Anamatra

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Mobilização das Centrais adia votação do PL 4330

Posted by Armando em 15/08/2013

Logo NÃO Á TERCEIRIZAÇÃO maiorA mobilização das Centrais Sindicais no início desta semana, em Brasília, resultou no adiamento da votação do PL (Projeto de Lei) 4330, que precariza ainda mais a vida dos trabalhadores terceirizados, para o dia 3 de setembro. A matéria tem forte lobby dos patrões e seria votada ontem (14/08) na CCJC (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania) da Câmara dos Deputados.

Segundo declarou o presidente da CUT Nacional, Vagner Freitas, à vice-presidência da Câmara após a decisão da CCJC, o adiamento servirá como estratégia para melhorar o texto, tendo em vista que a sua aprovação não representa a vontade dos trabalhadores brasileiros. “Do ponto de vista da opinião pública, esse projeto é muito ruim para a imagem do Congresso Nacional. Nossa proposta é  melhorar o texto, dando garantias aos trabalhadores ou o conseguir o seu arquivamento e início de uma nova rodada de conversas”, disse Vagner Freitas.

“Queremos fazer um debate mais apropriado, que não ofereça apenas segurança jurídica para o empresário. A regulamentação da terceirização não pode piorar a legislação que temos hoje. Com esse tempo (adiamento), esperamos que o texto não coloque amarras nos trabalhadores, que tenha um melhor conceito de especialização, contratos de trabalho, tempo de duração do contrato com regras claras, salários dignos e decentes”, explicou o presidente nacional da CUT.

A mobilização das Centrais Sindicais ocorreu na terça e na quarta-feira, com a presença de milhares de manifestantes na Capital Federal.

Mesa quadripartite

 Os dirigentes sindicais devem se reunir no dia 19 de agosto, em Brasília, para mais uma rodada de negociação da mesa quadripartite, composta por representantes dos trabalhadores, patrões, parlamentares e Governo. As Centrais querem mais tempo para discutir o texto do PL 4330.

Para pressionar avanços nesta discussão, a CUT programou nova mobilização para o dia 30 de agosto, quando deverão ocorrer protestos em todo o país contra a regulamentação da terceirização sem as mínimas garantias de direitos aos trabalhadores.

Fonte: CUT NACIONAL

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Centrais Sindicais saem às ruas dia 11/06 contra a terceirização e por investimentos sociais

Posted by Armando em 26/06/2013

Logo NÃO Á TERCEIRIZAÇÃO maiorA CUT, as demais Centrais Sindicais (CTB, Força, UGT, CSP/Conlutas, CGTB, CSB e NCST) e o MST realizarão atos conjuntos com movimentos sociais no dia 11 de julho em todo o País por investimentos sociais e em infraestrutura no Brasil e também para pressionar o Governo Federal a atender as reivindicações da Classe Trabalhadora. Neste dia 26 os sindicalistas têm audiência com a presidente Dilma Roussef, no Palácio do Planalto, em Brasília.

Devem ser realizadas paralisações, greves e manifestações com o objetivo de destravar a pauta da Classe Trabalhadora no Congresso Nacional e nos ministérios, e também construir e impulsionar a pauta que veio das ruas nas manifestações realizadas em todo o país dos últimos dias.

“Vamos chamar à unidade das Centrais Sindicais e dos movimentos sociais para dialogar com a sociedade e construir uma pauta que impulsione conquistas, as reivindicações que vieram das ruas à pauta da Classe Trabalhadora”, disse o presidente da CUT, Vagner Freitas.

Segundo Vagner, além de mais investimentos em saúde, educação e transporte público de qualidade, como os manifestantes pediram e que é também uma pauta dos trabalhadores e das trabalhadoras, os atos de julho reivindicarão o fim dos leilões do petróleo, o fim do Fator Previdenciário, a redução da jornada para 40 horas semanais sem redução do salário, a Reforma Agrária e o fim do Projeto de Lei 4330.  “Esse PL nefasto acaba com as relações de trabalho no Brasil e é, na verdade uma reforma trabalhista escondida atrás de uma proposta de regulamentação da terceirização”, denuncia o sindicalista.

Na avaliação do presidente nacional da CUT, o que motivou a população a ir às ruas, a princípio, foi a revogação do aumento da tarifa do transporte coletivo. “Concordamos que o transporte coletivo tem de ser subsidiado pelos governos, mas isso não pode impedir investimentos em saúde, educação e segurança e transporte de qualidade para a Classe Trabalhadora”, apontou Vagner Freitas.

Para ele, o Brasil melhorou muito nos últimos 10 anos, mas a melhora foi mais da porta para dentro do que da porta para fora. “A insegurança aumentou, a piora nas condições do ensino e da saúde está fazendo com que o trabalhador gaste as conquistas, os ganhos salariais em escola, saúde e segurança privados”, justificou Vagner.

“Não fizemos as mudanças estruturais necessárias, a Reforma Agrária não ocorreu, o sistema político está falido, a representatividade não é democrática, as pessoas não são ouvidas, só elegem. A sociedade tem de controlar o trabalho dos políticos depois das eleições,” completou o dirigente.

A favor do Plebiscito

Sobre o plebiscito proposto pela presidenta Dilma Rousseff para consultar a população sobre a Reforma Política, Vagner disse que a proposta é positiva porque o povo brasileiro quer participar.

Segundo ele, independentemente do debate técnico sobre a constitucionalidade ou não da consulta popular, a proposta é positiva porque a sociedade tem de ter mecanismos para vigiar.

“Ouvir o povo é importante. Os governantes têm de ter esse tipo de postura – que a presidenta Dilma teve – de, durante seu mandato ouvir os eleitores, isso é democracia representativa”, disse Vagner, esclarecendo sempre que não estava falando da Constituição, de questões jurídicas e, sim, da importância de se ouvir a opinião da população.

“Votar não é dar tutela. Tem de ouvir a voz que veio das ruas e o que veio foi, principalmente, a insatisfação do povo com a prática política pequena, para dentro e não para fora. O povo não aguenta mais e quer participar”, concluiu Vagner.

Fonte: CUT

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Trabalhadores conseguem adiar votação do PL da terceirização na Câmara

Posted by Armando em 12/06/2013

Cartaz mobiliza contra terceirização maiorAs Centrais Sindicais e entidades representativas dos trabalhadores conseguiram levar ontem (11/06) um grande número de manifestantes a Brasília para impedir a votação na CCJC (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania), da Câmara dos deputados, do PL (Projeto de Lei) 4.330, que regulamenta a terceirização no Brasil ao gosto dos patrões.

De autoria do deputado Sandro Mabel (PMDB-GO), a matéria, se for aprovada, vai precarizar as relações de trabalho no país, possibilitando que as empresa se utilizem desse tipo de mão de obra até mesmo para atividades fim. 

Foi com o Plenário 1 do Anexo II da Câmara lotado de representantes dos trabalhadores que o presidente da CCJC, deputado Décio Lima (PT-SC), anunciou o adiamento da votação em 30 dias, após a negociação de um acordo entre as Centrais Sindicais, o relator da PL 4.330 e os demais parlamentares da Comissão

“Ganhamos uma batalha, mas a guerra está longe de terminar. Por isso estamos convocando nossas entidades sindicais a intensificarem a mobilização e os contatos com os parlamentares, agora em suas bases estaduais, para que derrubem o projeto de lei quando ele for colocado em votação”, antecipa Carlos Cordeiro. 

A Contraf-CUT, a Contracs-CUT e a CNTV estão propondo uma reunião com todo o Macrossetor de Serviços e Logística da CUT (que além de bancários e comerciários reúne vigilantes e trabalhadores de transportes terrestre e aéreo, dentre outros) na próxima semana com o objetivo de discutir um calendário de mobilização envolvendo as várias categorias de trabalhadores.

A FUP (Federação Única dos Petroleiros) já aprovou em plenária nacional a deflagração de greve nacional para combater o PL 4.330.

“Agora precisamos de mais mobilização e pressão dos trabalhadores para enterrar de vez esse projeto elaborado pelos empresários e pela Fenaban para destruir direitos dos trabalhadores”, convoca Carlos Cordeiro. 

Fonte: Contraf-CUT

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Terceirização: CUT pressiona e Governo promete paralisar tramitação do PL 4330

Posted by Armando em 16/05/2013

Logo terceiriza maiorO Governo Federal se comprometeu a paralisar a tramitação do Projeto de Lei (PL) 4330, de autoria do deputado Sandro Mabel (PMDB-GO), que trata da regulamentação da terceirização, e discutir com o movimento sindical propostas alternativas que garantam os direitos dos trabalhadores.

A promessa foi feita na terça-feira (14/05), em Brasília, pelo ministro Gilberto Carvalho, durante reunião da Mesa Permanente de Negociação com as Centrais Sindicais, que vai discutir a pauta dos trabalhadores entregue no dia 6 de março à presidenta Dilma Rousseff, após a Marcha da Classe Trabalhadora que reuniu mais de 50 mil pessoas, em Brasília.

A terceirização foi o principal item debatido na reunião que definiu o calendário inicial de negociação entre Centrais Sindicais e Governo. Isto porque o PL 4330, agora relatado pelo deputado Artur Maia (PMDB-BA) na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara, está tramitando rapidamente no Congresso Nacional.

Precarização não! 

“É fundamental parar a tramitação. Do jeito que está o PL modifica o direito do trabalho no Brasil e precariza ainda mais as relações de trabalho no País”, alerta a secretária nacional de Rel

O ministro Gilberto Carvalho garantiu que o governo vai conversar com a base aliada para segurar a tramitação do PL 4330 até que a proposta dos dirigentes sindicais para contratação de mão de obra terceirizada seja negociada e aprovada na Mesa de Negociação implementada pelo governo ontem.

A primeira reunião entre representantes das Centrais Sindicais e do Governo, que deve iniciar a elaboração de propostas de regulamentação da terceirização, será realizada no próximo dia 11 de junho, às 10h, na sede do Ministério do Trabalho e Emprego, em Brasília.

Nesta reunião, tanto o governo quanto o movimento sindical deverão apresentar propostas alternativas ao PL 4330.

A Secretária de Relações do Trabalho da CUT lembra que já tem uma proposta construída com as Centrais Sindicais e o Ministério do Trabalho, durante o Governo do ex-presidente Lula. “A proposta foi entregue ao Governo em 2009”, disse Graça Costa.

Participarão da reunião no dia 11/06 os presidentes da CUT, CTB, UGT, NCST e Força Sindical, os ministros do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, além do ministro Gilberto Carvalho, técnicos do ministério. Gilberto pediu que os dirigentes sindicais “apontem qual o caminho que as Centrais querem para resolver a questão”.

Na próxima reunião serão definidas datas para a negociação dos outros itens da pauta que o Governo aceitou negociar. O Governo não quer debater redução de jornada para 40 horas e fim do Fator Previdenciário. Mas, os dirigentes sindicais garantem que vão pressionar para que esses itens sejam discutidos e aprovados.

Veja os itens da pauta que serão negociados nesta primeira etapa:

1) Terceirização – a ideia é construir uma proposta alternativa ao PL da terceirização (11 de junho);

2) Rotatividade – construção de alternativa para combater a alta rotatividade que precariza o trabalho e é usada pelos empresários para reduzir salários – o trabalhador recém-contratado ganha sempre menos do que o antigo que foi demitido.

3 – Informalidade – as centrais e o governo vão discutir uma proposta para aumentar os índices de formalização dos trabalhadores.

4 – Fortalecimento do Sistema Nacional de Intermediação de Mão de Obra (SINE) é outro item que a mesa de negociação vai discutir e buscar solução (11 de junho).

5) Política de apoio a aposentados – benefícios na área de medicamentos, cultura, lazer etc.

6) Regulamentação do trabalho doméstico – o O Congresso Nacional promulgou a Emenda Constitucional 72/2013, uma garantia de que os trabalhadores domésticos terão direitos como pagamento de horas extras, adicional noturno e FGTS como todas as outras categorias profissionais, mas falta regulamentar. O governo garantiu que as centrais sindicais vão participar de toda a discussão de cada um dos itens da regulamentação. (11 de junho)

7) Participação das Centrais Sindicais nos conselhos do Pronatec e Pronacampo – os sindicalistas querem discutir a implementação das políticas.

8) Regulamentação do direito de negociação do serviço público (Convenção 151 da OIT).

Fonte: CUT Nacional

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Bancário é eleito presidente da CUT Nacional durante o 11º CONCUT

Posted by Armando em 13/07/2012

Vagner Freitas é funcionário do Bradesco em São Paulo e já foi presidente da Contraf-CUT

Após 29 anos de fundação, o bancário Vagner Freitas é o primeiro bancário eleito para a Presidência da CUT Nacional. Ele liderou a Chapa 1 – Somos Fortes, Somos CUT, que ganhou 90,52% dos votos de um total de 2.322 delegados, durante votação ocorrida nesta ontem (12/07), quarto dia do 11º CONCUT (Congresso Nacional da CUT), em São Paulo. A nova direção eleita assume o mandato 2012/2015.

“Para nós, bancários, é uma satisfação que todas as categorias e sindicatos da CUT tenham nos dado a honra de presidir essa Central tão fantástica”, declarou Vagner, que é funcionário do Bradesco e foi presidente da Contraf-CUT (Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Financeiro), entre 2006 e 2009, e da ex-CNB-CUT (Confederação Nacional dos Bancários) de 2003 a 2006.

O atual presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro, comemorou a eleição de Vagner. “Estamos muito orgulhosos e contentes em poder contribuir com um bancário que a partir de agora passa a ser o principal dirigente das lutas da classe trabalhadora”, destacou.

“Vagner terá um papel muito importante para todos os trabalhadores na construção de políticas públicas que tragam melhores condições de vida para todas as categorias e no rumo de um país mais justo, humano e solidário”, salientou Cordeiro.

A presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Juvândia Moreira, também comemorou. “Hoje é um dia muito feliz para os bancários, especialmente para os bancários de São Paulo, que participaram da criação da CUT e ajudaram a construir os princípios da Central na luta por uma sociedade justa e igualitária”, afirmou.

Para ela, a CUT é um sonho concretizado, pois conseguiu reunir trabalhadores do Brasil todo, do campo e da cidade, em uma Central que luta pelos direitos de toda a classe trabalhadora. “A CUT é uma grande realização. Temos um compromisso histórico com a Central e por isso disponibilizamos uma grande liderança para assumir essa tarefa, que é o Vagner Freitas”, frisou.

O atual presidente da CUT, Artur Henrique, elogiou a escolha de Vagner. “A CUT está para completar 30 anos e hoje cumpre o seu papel ao colocar na Presidência um bancário, categoria tão importante na construção de nossa Central”.

Desde 1983, passaram pela presidência da CUT o metalúrgico Jair Meneguelli (1986 a 1993); o também metalúrgico Vicente Paulo da Silva, o Vicentinho (1994 a 1999); o professor João Felício (2000-2003/2005-2006); o metalúrgico Luiz Marinho (2003-2005); e o eletricitário Artur Henrique (2006-2012).

Do banco à presidência da CUT

Vagner iniciou a sua carreira como bancário em 1987, quando foi contratado pelo Bradesco para trabalhar como caixa, em São Paulo. “Logo que entrei no banco me filiei ao Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, que foi a minha escola. Foi a formação que moldou e traçou a minha personalidade. Foi lá que aprendi conceitos básicos como democracia, solidariedade e respeito pelo coletivo”, recordou.

Em 1991, Vagner entrou para a direção do Sindicato, como diretor da regional leste, que ficava no bairro da Mooca na época. Segundo ele, foi onde colocou em prática, na base, o primeiro conceito que aprendeu no movimento sindical.

“Quando cheguei, Augusto Campos, ex-presidente do Sindicato, disse uma coisa que jamais vou esquecer: ‘Você não veio aqui cuidar só da categoria bancária. Vocês que estão chegando como diretores no Sindicato precisam saber que são dirigentes de classe, da classe trabalhadora. O Sindicato também é um instrumento de transformação da sociedade'”.

Após a formação que adquiriu por mais de 10 anos como diretor do Sindicato e a passagem pela Fetec/CUT (Federação dos Bancários do Estado de São Paulo), chegou à presidência da CNB-CUT, em 2003.

Com a fundação da Contraf-CUT, Vagner foi eleito presidente no 1º Congresso da entidade, em 2006, ficando no cargo até o final do mandato, em 2009, ano em que passou a exercer a Direção Executiva da CUT como secretário de Administração e Finanças.

Vagner também desempenhou importante papel na organização internacional dos bancários. Foi presidente da UNI Américas Finanças, cargo que ocupou até 2010, quando passou a função para o atual presidente da Contraf-CUT.

Assim, Vagner torna-se o primeiro bancário a assumir a Presidência Nacional da CUT, a maior Central Sindical do Brasil e da América Latina.

O Paraná está representado na Diretoria Executiva da entidade pelo dirigente dos petroleiros, Roni Anderson Barbosa, ex-presidente da CUT Estadual.

Confira a direção eleita da CUT

Presidente
Vagner Freitas (Bancário-SP)

Vice-presidente
Carmen Foro (Trabalhador Rural-PA)

Secretário Geral
Sérgio Nobre (Metalúrgico-ABC)

Secretária Geral Adjunta
Maria Godói Faria (Seguridade Social-SP)

Secretário de Administração e Finanças
Quintino Severo (Metalúrgico-RS)

Secretário Adjunto de Administração e Finanças
Aparecido Donizeti da Silva (Químico-SP)

Secretário de Relações Internacionais
João Felício (Educação-SP)

Secretario Adjunto de Relações Internacionais
Artur Henrique (Urbanitário-SP)

Secretária de Combate ao Racismo
Maria Júlia Nogueira (Seguridade Social-MA)

Secretária de Comunicação
Rosane Bertotti (Rural-SC)

Secretária de Formação
José Celestino (Educação-MG)

Secretário Adjunto de Formação
Admirson Ferro Júnior (Greg) (Processamento de Dados-PE)

Secretário da Juventude
Alfredo Santa Júnior (Químico-BA)

Secretário do Meio Ambiente
Jasseir Fernandes (Rural-ES)

Secretária da Mulher Trabalhadora
Rosane Silva (Vestuário-RS)

Secretário de Organização
Jacy Afonso (Bancário-DF)

Secretário Adjunto de Organização
Valeir Ertle (Comerciário-SC)

Secretário de Políticas Sociais
Expedito Solaney (Bancário-PE)

Secretário de Relações do Trabalho
Graça Costa (Municipal-CE)

Secretário Adjunto de Relações do Trabalho
Pedro Armengol (Servidor Federal-PI)

Secretária de Saúde
Junéia Martins Batista (Servidora Municipal-SP)

Secretário Adjunto de Saúde
Eduardo Guterra (Portuário-ES)

Diretoria Executiva
Antônio Lisboa Amâncio do Vale (Educação-DF)
Elisângela dos Santos Araújo (Agricultor Familiar-BA)
Júlio Turra (Professor-SP)
Rogério Pantoja (Urbanitário-PA)
Shakespeare Martins de Jesus (Metalúrgico-MG)
Roni Barbosa (Petroleiro-PR)
Vítor Carvalho (Petroleiro-RJ)
Daniel Gaio (Bancário-DF)
Jandira Uehara (Municipal-Diadema/SP)
Rosana de Deus (Química de SP)

Conselho Fiscal

Efetivos
Dulce Rodrigues Sena Mendonça (Metalúrgica-AM)
Manoel Messias Vale (Rural-BA)
Antonio Kuz (Vestuário-RS)

Suplentes
Raimunda Audinete de Araújo (Telecomunicações-RS)
Simone Soares Lopes (Correios-BA)
Severino Nascimento “Faustão” (Químico-PE)

Fonte: Contraf-CUT/Sindicato dos Bancários

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12º Congresso da CUT/PR elege nova presidente e define Plano de Ação

Posted by Armando em 29/05/2012

Regina Cruz foi secretária da Mulher na gestão anterior e agora assume a Presidência da CUT/PR. Foto: Ana Beatriz Prazos

O 12º CECUT (Congresso Estadual da CUT) Paraná, realizado nos dias 24, 25, 26 e 27 de maio, em Curitiba, elegeu a nova diretoria, tendo à frente a dirigente sindical dos vigilantes, Regina Cruz. Regina foi secretária da Mulher da CUT/PR na gestão anterior a afirmou que vai dar continuidade ao trabalho que vem sendo feito nos últimos anos.

“A CUT está unida internamente para defender trabalhadoras e trabalhadores dos grandes desafios que estão lá fora. É uma honra ser presidenta desta entidade”, discursou a nova presidente para os 334 delegados participantes do evento. Regina aproveitou para adiantar os desafios de sua gestão, tendo como destaque a luta por autonomia e liberdade sindical, tema da campanha desenvolvida pela CUT Nacional, que tem como principal objetivo o fim do Imposto Sindical.

Entre as prioridades de atuação da CUT/PR estão a paridade interna, discussão da questão racial e da homofobia e, o grande desafio, segundo a nova presidenta, lutar por uma reforma política e tributária para o Brasil. “Do jeito que está não dá. Quem paga a conta sempre são os trabalhadores. Nosso desafio, perante os trabalhadores é trazer esta nova classe C que não é apenas consumidora, mas é trabalhadora também. Precisamos implantar uma consciência política externa e dentro do seu local de trabalho, enquanto classe e categoria”, completou.

 Os delegados do 12º CECUT também debateram as tentativas de privatizações encaminhadas pelo Governo Beto Richa (PSDB), questões relacionadas às categorias profissionais do Estado e levantaram propostas para o 11º Congresso Nacional da CUT, que será realizado entre os dias 9 e 13 de julho em São Paulo.

Entre outras lideranças políticas e sindicais, participou da abertura do evento o secretário de Organização e Finanças da CUT Nacional, Vagner Freitas.

Fonte: VIDA BANCÁRIA.

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Manifestação em SP critica Governo Dilma pela privatização de aeroportos

Posted by Armando em 07/02/2012

Os manifestantes consideraram as privatizações um retrocesso do Governo Federal

“Dilma, eu não me engano, privatizar é coisa de tucano”. Com esta frase, militantes do Sindicato dos Aeroportuários, da CUT, CGTB, Central dos Movimentos Populares, PT e do PPL realizaram manifestação ontem (6 /02), em frente à Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) contra o processo de privatização dos aeroportos brasileiros.

Neste primeiro leilão foram vendidos os aeroportos de Cumbica, em Guarulhos, de Viracopos, em Campinas, e o Juscelino Kubitschek, em Brasília, que juntos respondem por 30% da movimentação dos passageiros, 57% da carga e 19% das aeronaves do País. Na ocasião, os manifestantes denunciaram este processo como sendo um “crime de lesa-Pátria”.

“É preciso falar o português claro, pois não tem sentido nenhum dar dinheiro público para os estrangeiros virem tomar o que é nosso. Infelizmente é o patrimônio do Brasil que está sendo entregue pelo Governo que nós ajudamos eleger. É a pauta dos derrotados, vindo com força”, denunciou Francisco Lemos, presidente do Sindicato dos Aeroportuários.

Lemos lembrou que primeiro o Governo disse que não havia dinheiro para modernizar os aeroportos diante da urgência da Copa do Mundo – e que era preciso garantir a participação estrangeira no leilão. Depois, o BNDES foi acionado para financiar a desnacionalização, o que é totalmente absurdo.

Como sintetizou o secretário de Administração e Finanças da CUT Nacional, Vagner Freitas, “a privatização dos aeroportos representa um descarrilhamento do Governo”.

“A proposta neoliberal de sucateamento do patrimônio público e abertura ao capital internacional foi derrotada nas urnas, pois todos sabem o que significou a privatização da telefonia, da energia e da siderurgia. Neste momento em que o País precisa crescer e se desenvolver para enfrentar os impactos da crise internacional, não podemos permitir o retrocesso. Ao privatizar os aeroportos, o governo não está sendo leal com o voto das urnas e a CUT não vai admitir esta violência”, ressaltou Vagner.

“Coerente com o que defendemos e pensamos quando enfrentamos a polícia e a repressão nos anos 90, estamos aqui hoje para denunciar o absurdo que é entregar o filé do transporte aéreo brasileiro, os melhores e mais lucrativos aeroportos à iniciativa privada. E pior, com 80% dos investimentos oferecidos pelo BNDES, que é um banco público”, acrescentou Quintino Severo, secretário geral da CUT Nacional.

Números da privatização

O aeroporto de Cumbica foi arrematado por R$ 16,2 bilhões pelo consórcio formado pela Previ, Funcef e Petros (fundos de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e da Petrobras, respectivamente) e pela Acsa (Airports Company South Africa), da África do Sul. O lance mínimo era de R$ 3,4 bilhões. Os fundos de pensão entraram com 90% do valor e a empresa sul-africana com apenas 10%.

Já o aeroporto de Viracopos foi vendido por R$ 3,8 bilhões para o consórcio Aeroportos Brasil (45% pela Triunfo Participações e Investimentos, 45% da UTC Participações e 10% da Egis Airport Operation, da França). O lance inicial foi de R$ 1,5 bilhão.

O aeroporto Juscelino Kubitschek, de Brasília, foi arrematado por 4,5 bilhões pelo consórcio formado por Infravix Participações (do grupo Engevix) e Corporation America, da Argentina. O valor mínimo era de R$ 582 milhões.

As concessionárias vencedoras ficarão responsáveis pela administração dos aeroportos pelos seguintes prazos: Viracopos – 30 anos, JK – 25 anos e Cumbica – 20 anos.

Fonte: CUT/ Rede Brasil

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Divulgados os vencedores do 1º Prêmio CUT Democracia e Liberdade Sempre

Posted by Armando em 03/12/2011

Foram divulgados ontem (2/12), em São Paulo, os vencedores da 1ª edição do Prêmio CUT “Democracia e Liberdade Sempre”. Os mais votados pelo público nas cinco primeiras categorias do prêmio são: Maria da Penha, Rosalina Santa Cruz, Frei Beto, Dom Pedro Casaldáliga e o MST. 

O ex-presidente Lula foi o escolhido na 6ª categoria – “Personalidade de Destaque na Luta por Democracia e Liberdade”. A escolha foi feita pela Executiva da CUT com a colaboração de um grupo de parceiros, que também indicou os candidatos que concorreram nas outras categorias.

O objetivo do Prêmio CUT é homenagear personalidades e entidades que lutaram pela redemocratização do Brasil durante a Ditadura Militar de 64-85 e também as que lutam para aperfeiçoar o regime democrático brasileiro, defendendo o exercício da liberdade. No dia 13 de dezembro será realizada a cerimônia de entrega aos vencedores dos troféus criados pelo artista plástico Elifas Andreato.

Na ocasião, também serão homenageados os blogueiros progressistas e as quatro pessoas que colaboraram com a CUT na definição dos candidatos: Denise Fon (jornalista, anistiada política e membro do Grupo Tortura Nunca Mais), Emir Sader (sociólogo), José Dirceu (advogado, ex-deputado federal e ex-ministro da Casa Civil) e Rildo Marques (diretor do Movimento Nacional de Direitos Humanos e membro do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana/SP).

Veja abaixo o perfil dos vencedores do 1º Prêmio CUT Democracia e Liberdade Sempre

Categoria 1 – Personalidade de destaque na luta pela Redemocratização do Brasil

ROSALINA DE SANTA CRUZ
Rosalina é assistente social e professora doutora da Faculdade de Serviço Social da PUC/SP. Feminista, atuou desde a década de 1970 no Movimento de Mulheres. Foi uma das editoras do Jornal Brasil Mulher. Foi presa política no período da ditadura militar e seu irmão, Fernando, é um dos desaparecidos políticos daquela época. Ela integrou a Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos. Depois, engajou-se na luta pela Anistia, sendo uma das ativistas do Comitê Brasileiro pela Anistia. Participou das lutas em defesa da LOAS (Lei da Assistência Social) e do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).

Categoria 2 – Personalidade de destaque na luta por Democracia, Cidadania e Direitos Humanos

FREI BETTO
Frei dominicano e autor de 54 livros editados no Brasil e no exterior, Frei Betto é militante de movimentos sociais pelos direitos humanos na América Latina. Foi preso político da ditadura militar. Foi assessor especial do presidente Lula e coordenador da Mobilização Social do Programa Fome Zero.  Foi coordenador da Anampos (Articulação Nacional dos Movimentos Populares e Sindicais) e participou da fundação da CUT e da Central de Movimentos Populares. Assessorou o MST, Comunidades Eclesiais de Base e Pastoral Operária do ABC, entre outras organizações.  É membro do conselho consultivo da Comissão Justiça e Paz de São Paulo. Nos últimos anos, recebeu 15 prêmios no Brasil e no exterior por sua luta incansável em prol dos Direitos Humanos.

Categoria 3 – Personalidade de destaque na luta por Democracia e Direitos dos Trabalhadores

MARIA DA PENHA
A cearense Maria da Penha é Farmacêutica e símbolo do combate à violência doméstica no Brasil. Em 1983, foi vítima de violência doméstica por parte de seu marido, que lhe desferiu um tiro nas costas enquanto dormia, deixando-a paraplégica. Lutou por justiça por quase 20 anos e, não obtendo resposta, denunciou o Brasil na Comissão de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA). Isso resultou na condenação internacional do nosso país.  Como decorrência de sua luta, foi criada a lei 11.340/06 – Lei Maria da Penha – de punição à violência contra a mulher, em vigor desde 2006.

Categoria 4 – Personalidade de destaque na luta por Democracia e Justiça no Campo

DOM PEDRO CASALDÁLIGA
Espanhol radicado no Brasil desde 1968, Dom Pedro Casaldáliga é bispo emérito de São Félix do Araguaia (Mato Grosso). Por sua postura em defesa dos direitos humanos, foi alvo de perseguição pela ditadura militar e recebeu inúmeras ameaças de morte, por apoiar trabalhadores rurais e a luta pela reforma agrária. O bispo também é um dos fundadores da Comissão Pastoral da Terra (CPT) e do Conselho Indigenista Missionário (CIMI).

Categoria 5 – Instituição de destaque na luta por Democracia e Liberdade

MOVIMENTO DOS TRABALHADORES RURAIS SEM TERRA (MST)
O Movimento dos Sem Terra foi criado em 1984, com o objetivo de intensificar a luta pela reforma agrária no Brasil e buscar a justiça no campo. O Movimento pretende que o país adote medidas contra a concentração fundiária, garantindo a inclusão social dos trabalhadores no campo.

Categoria 6 – Personalidade de destaque na luta por Democracia e Liberdade (escolhida pela CUT com colaboradores do Prêmio)

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Referência para os movimentos sindical e social, Lula é uma das mais importantes referências para a história recente do Brasil. Líder metalúrgico, na década de 1970 esteve à frente das greves que desafiaram o regime militar no ABC paulista e que mudaram o sindicalismo no país. Fundou o Partido dos Trabalhadores e foi um dos principais articuladores para a fundação da Central Única dos Trabalhadores. Foi eleito deputado Constituinte em 1986. Elegeu-se presidente da República em 2002, cargo para o qual foi reeleito em 2006. Em seus oito anos de mandato, promoveu profundas mudanças no Brasil, conciliando o desenvolvimento econômico com o social, que tirou milhões de cidadãos da condição da miséria. Hoje Lula é referência mundial em programas sociais, como o de combate à fome e à miséria, e carrega a marca de ter sido o presidente com maior aprovação da história do País.

Fonte: CUT

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